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8 FORMAS DE DESENVOLVER HABILIDADESNO AUTISMO

8 formas de desenvolver habilidades emocionais no autismo

Quando falamos em terapias e tratamentos para o autismo, geralmente focamos em problemas sensoriais, de comunicação, de comportamento… mas os aspectos emocionais também devem ser lembrados! Dentro desses aspectos estão compreender e expressar seus sentimentos, controlar as emoções, reagir adequadamente diante de frustrações, desenvolver a auto estima, reduzir a ansiedade, etc.
Uma característica comum dentro do espectro autista é justamente dificuldade na identificação e no controle das emoções. Isso porque a atenção conjunta não um dos pontos fortes no autismo. O contato visual, os gestos, as expressões faciais e corporais, a fala… podem ser representar informações demais a serem processadas.emocionais
A educação emocional é essencialmente aprendida no meio familiar. Isso quer dizer que, por mais que a criança treine essa habilidade na escola ou no convívio social, os pais serão as primeiras ferramentas para esse aprendizado.

Como então podemos ajudar?

  1. A criança dentro do espectro consegue aprender rapidamente as expressões de tristeza e alegria, mas pode ter dificuldades com outros sentimentos mais sutis, como medo, frustração, surpresa, culpa… Esses sentimentos podem ser trabalhados através de histórias, desenhos e até situações cotidianas. Nomear os sentimentos da criança durante suas experiências a fará compreender aos poucos o que cada um representa.
  2. Ajude-a a perceber características nos rostos que diferenciem as emoções, como sorriso, cenho franzido, bochechas rosadas, olhos arregalados, lágrimas… Vocês podem olhar em figuras e também treinar em frente ao espelho. Exagere nas expressões no início e seja mais sutil à medida que a criança compreende.
  3. Ensine sobre empatia nas situações cotidianas. Por exemplo: “Seu coleguinha ficou triste porque esqueceu seu lanche, vamos dividir o nosso?”“Olha só, sua prima caiu e machucou o joelhinho, vamos buscar um curativo para que ela se sinta melhor?”“Aquele menino não parece muito feliz, ele está brincando sozinho. Vamos convidá-lo para brincar no escorregador?”.
  4. Seja sensível ao identificar e conversar com a criança sobre os sentimentos dela também.
  5. Cartões com as expressões faciais (rostos reais ou desenhos) também podem ajudar a criança a expressar suas emoções.
  6. Se a criança ficar frustrada ou ansiosa em alguma situação, você pode desviar sua atenção no momento para evitar uma crise nervosa, mas converse sobre o assunto quando ela estiver mais tranquila.
  7. Promova a auto estima da criança. Dê a ela responsabilidades proporcionais às suas capacidades, elogie seus bons comportamentos e trabalhos bem feitos, valorize os esforços, demonstre confiança.
  8. Demostre respeito. Cada criança tem suas habilidades e preferências pessoais. Resista à tentação de compará-la aos amigos ou irmãos. Ao invés disso, apoie e incentive as realizações do seu filho.
Maternidade e paternidade são exercícios que se vão se aperfeiçoando com o tempo. Nós pais temos de proporcionar as oportunidades e ferramentas para que nossos filhos se desenvolvam emocionalmente. É nosso papel! E, se dentro do espectro autista as crianças precisarão de um “empurrãozinho” a mais para desenvolverem as habilidades emocionais, devemos ser esse suporte também!
Por Amanda Puly

Por que as pessoas te chamam de especial?

Características de jovens e crianças com TDAH


Características de jovens e crianças com TDAH


TDAH Adolescência
Quem convive com uma criança e jovem que tenha TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção) sabe que o tratamento diário requer atenção a mais. No entanto, mesmo o contato diário com elas pode suscitar algumas dúvidas por parte de pais e profissionais.
Para começo de conversa é importante dizer que nem todo TDAH apresenta hiperatividade, mas uma regra entre eles é a desatenção. Isso significa uma grande importância para a equipe médica ou pedagógica que avaliará o jovem e a criança. Lembre-se que informação é tudo, além de ajudar na busca do melhor tratamento.
Importante saber
O TDAH é um transtorno neurobiológico, genético, hereditário. Isso significa que o transtorno identificado na criança pode vir do pai ou da mãe; de um primo ou de uma tia. O TDAH também encontra em fatores ambientais motivos para sua ocorrência, a saber: nascimento com baixo peso, bebês prematuros ou mãe que fuma durante a gravidez.
O uso de outras drogas, inclusive o álcool, também pode influir no aparecimento do transtorno em crianças. Portanto, todo cuidado é pouco no período da gestação e o acompanhamento médico é fundamental.

TDAH em dois tipos

O TDAH apresenta dois tipos distintos, com um detalhe importante: o TDAH combinado é aquele em que a criança apresenta a hiperatividade, a impulsividade e o déficit de atenção. Já o TDAH desatento é caracterizado quando a criança demonstra apenas a falta de atenção.

Em que idade o TDAH pode se manifestar?

O TDAH se manifesta, geralmente, antes dos 7 anos de idade. Em 95% delas, o transtorno se revela antes dos 12 anos. É importante salientar que o TDAH ocorre na fase dedesenvolvimento da criança.

Alguns dados sobre o TDAH

O transtorno afeta 6% das crianças (ou 11% em algumas estatísticas) e 3% dos adultos. O déficit de atenção traz grandes prejuízos à criança no que diz respeito o aprendizado. Importante ressaltar que 80% das crianças com o transtorno têm grandes chances de continuar TDAH na adolescência. Da adolescência para a fase adulta, esse número vai para 50%.
Características
O TDAH se constitui por uma excessiva dificuldade em manter o foco em uma atividade que exija esforço mental prolongado; uma atividade que precise ser desempenhada com regras, prazos pré-determinados. Além disso, crianças com déficit de atenção têm dificuldade para começar e terminar suas tarefas.
Outra dificuldade é a de rever situações e erros; dificuldade de fazer conclusões, síntese e análise de atitude. As crianças com TDAH tendem a ser mais esquecidas, desorganizadas e perdem-se em tarefas. Além disso, há mais características:
– Tendem a ter rendimentos escolares e rotineiros mais baixos;
– Podem ser completamente introspectivas;
– Problema de memorização, capacidade de organização e interiorização de conceitos e aprendizagens;

Diagnóstico tardio é sempre prejudicial

Procurar o diagnóstico muito tarde pode provocar lacunas consideráveis no processo de aprendizagem de leitura e matemática. Isso, certamente, causará dificuldades preocupantes na vida acadêmica do aluno.
E na escola?
Em sala de aula, é importante saber e conhecer o diagnóstico. É importante o pedagogo saber se a criança está sendo devidamente medicada. Depois, é imprescindível melhorar a didática (de forma objetiva), alterar o tom de voz, ensinar de maneira interessante; tudo para que ela se sinta recompensada pelo processo de aprendizagem.
Tratamento adequado
A criança precisa ser avaliada de maneira global e interdisciplinar para que os profissionais vejam se há outras comorbidades e, assim, propor uma intervenção adequada para o devido tratamento.

Como diferenciar TDAH de Dislexia?


Como diferenciar TDAH de Dislexia?


TDAH e Dislexia
Nem sempre quem tem uma criança com TDAH ou dislexia sabe lidar com determinadas características. Há pessoas que não sabem, inclusive, que uma criança pode apresentar estes dois transtornos de desenvolvimento. É importante saber que essas duas condições podem coexistir, o que todos devem saber com total certeza e acabar com as dúvidas em relação a isso.

Semelhanças entre TDAH e Dislexia

Antes de falarmos sobre as principais diferenças entre o TDAH e a dislexia, o que vocês acham de pontuarmos as semelhanças entre estes dois quadros? Pois é, embora tais transtornos apresentem itens que distanciem um do outro, eles também mostram uma aproximação em alguns pontos. Veja abaixo:
  • O TDAH e a dislexia têm em comum o transtorno de desenvolvimento;
  • Eles afetam e levam a sintomas que atrapalham a interação social e o desempenho acadêmico (afeta o aprendizado escolar);
  • Os transtornos podem se manifestar dos primeiros anos à vida adulta;
  • As duas condições aumentam o risco de depressão, transtorno de ansiedade e suicídio;
  • Podem afetar a capacidade da criança de se apropriar a capacidade da leitura e escrita, mas em graus completamente distintos (a dislexia costuma ser muito mais severa neste quesito).

Diferenças

Agora sim falaremos sobre as diferenças existentes entre o TDAH e a dislexia. É interessante colocarmos tudo de forma muito bem explicada a fim de que vocês, pais e educadores, procurem ajuda com especialistas. Podemos adiantar nesta categoria das diferenças que o TDAH é mais brando que a dislexia, mas isso, é claro, não elimina a necessidade de um acompanhamento adequado. Vamos às diferenças entre um e outro?
  • Enquanto a dislexia leva a uma dificuldade severa para a percepção de letra e som, a criança com TDAH que apresenta esse quadro fica entre 20% e 30%. Isso se deve ao aspecto oscilante que tal dificuldade é manifestada no TDAH;
  • Outra diferença entre uma criança que apresenta dislexia e outra que tenha TDAH é o déficit fonológico (reconhecimento e manipulação do som – palavra e fala), principalmente no que diz respeito à identificação de um objeto e ao discernimento. No caso do disléxico, esse quadro é mais sério; enquanto com a pessoa que manifesta o TDAH, a situação se mostra muito mais branda, principalmente quando a criança conta com o auxílio de uma intervenção;
  • Entre os transtornos de desenvolvimento estudados, podemos falar também que a pessoa que tem dislexia demonstra dificuldade de memorização de atividade verbal (letras, palavras e números). Já no TDAH, a criança apresenta apenas a dificuldade na memorização não verbal (espacial);
  • A criança com dislexia não consegue também memorizar canções e perceber rimas. Aquelas com TDAH não demonstram esse quadro;
  • Entre a prova oral e escrita, o disléxico consegue se sair muito bem na primeira, mas não na segunda. A criança com TDAH consegue dominar as duas;
  • Enquanto a criança com dislexia tem dificuldades para memorizar tabuada, discernir entre direita e esquerda e até ver as horas em um relógio analógico; a pessoa com TDAH não demonstra isso;

Tratamento multidisciplinar

É imprescindível que pais ou responsáveis pela criança saibam identificar alguns desses sinais, mas isso é possível também com a contribuição dos educadores. O papel da escola é fundamental para esses casos, principalmente no caso do pequeno com dislexia.
No entanto, é importante que outros profissionais também estejam por dentro do caso da criança. O tratamento é multidisciplinar e conta com especialistas que ajudarão muito no desenvolvimento do pequeno, e até mesmo do adulto, que tem dislexia ou TDAH.
COMO REDUZIR A ANSIEDADE DE CRIANÇAS AUTISTAS?

A criança autista pode ter uma vida completamente normal. O que mais contribui para que ela tenha uma rotina com atividades interessantes e com muito aproveitamento é o fato de o pequeno poder ser estimulado diariamente. No entanto, é importante saber que a criança com espectro autista pode apresentar algumas características comuns à sua situação e a ansiedade é um desses aspectos. A pergunta que muitos pais e profissionais fazem é como diminuir isso entre os autistas infantis.
Qual a incidência de ansiedade em crianças autistas?
Estima-se que esse quadro se apresente em 30% dos casos em crianças, com uma variação que pode chegar a 40% (segundo algumas estatísticas). A ansiedade pode ser considerada uma comorbidade, que é um transtorno decorrente do espectro autista.
 Quais são as características de uma criança autista com quadro de ansiedade?
Normalmente, o pequeno pode revelar alguma fobia social, fobia específica (medo excessivo de algum animal ou até barulho, por exemplo); comportamento arredio diante de pessoas desconhecidas. Ou então, a criança demonstra algum transtorno que se assemelhe a uma síndrome do pânico.
Importante saber!
Você sabia que animais de estimação fazem bem para crianças autistas? Pois é justamente isso que sugere uma pesquisa realizada pela Universidade de Purdue, nos Estados Unidos. Os pesquisadores reuniram 38 crianças autistas e 76 que não apresentam o transtorno. Durante o estudo, todos os participantes colocaram um aparelho eletrônico no pulso com o objetivo de detectar respostas físicas a situações de ansiedade e interação social.
O próximo passo do levantamento consistiu em pedir às crianças que lessem sozinhas um livro, pelo menos as que têm facilidade com a leitura, para que depois pudessem ler para outras duas crianças. Posteriormente, elas deveriam brincar por 10 minutos. O último passo era brincar por mais esse tempo, mas agora com um porquinho-da-índia.
O resultado foi o seguinte: as crianças com autismo mostraram níveis de ansiedade mais elevados que as demais nas três primeiras situações. O quadro só foi modificado quando o porquinho-da-índia apareceu na brincadeira dos pequenos. A ansiedade diminuiu consideravelmente. O estudo concluiu, então, que a presença de animais ajudou a criança na interação social.
Quais são as brincadeiras que reduzem a ansiedade de crianças autistas?
Nunca é demais relembrar que a criança autista precisa de um tempo muito delimitado para iniciar, permanecer e encerrar a brincadeira. No entanto, há muitas atividades que a induzem ao exercício de coordenação motora e no relaxamento. Exemplos:
  • Desenhos feitos com tinta guache ou outros materiais;
  • Atividades com massinhas;
  • Jogos digitais;
  • Bolinhas coloridas;
  • Companhia de um animal de estimação (sobretudo aqueles que não sejam tão barulhentos);
  • Quando a criança autista tem irmãos, eles podem ser excelentes aliados no desenvolvimento da interação social;
  • Em sala de aula, os educadores podem estimular brincadeiras que aproximem as crianças.
É sempre muito bom saber que os pequenos podem ter uma vida completamente normal, a partir do momento em que há pessoas para auxiliarem-nos em atividades diversas. Lembre-se que é importante ter muito carinho e atenção para que eles possam desenvolver confiança em todos que fazem parte de seu convívio


#Inclusãoéumdireitodetodos

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Momentos com nossa Autista ATLETA!!!!!!!!!

HINO DOS AUTISTAS video
CORRIDA MATINAL, PRAÇA DA MATRIZ- SIMÃO DIAS/SE
PEDALADA DO ROTARY CLUB EM SIMÃO DIAS/SE
CORRIDA NA RODOVIA SIMÃO DIAS /LAGARTO
CORRIDA NO CONJ. CAÇULA VALADARES- SIMÃO DIAS/SE
OS PAIS "CORUJAS"!!!!  ANA RITA E RAIMUNDO
 CAROL E SUA  IRMÃ PRISCILLA!!!

18 de Junho, é o Dia do Orgulho Autista







O Transtorno do Espectro Autista, popularmente conhecido por Autismo, é uma síndrome que afeta o desenvolvimento em três importantes áreas: comunicação, socialização e comportamento. Por ter a maior incidência de casos em meninos a cor símbolo é o azul.

18 de Junho, é o Dia do Orgulho Autista, mas o que isso significa? A data foi criada por pais de pessoas diagnosticadas com o “Transtorno do Espectro Autista” para demonstrar a sua satisfação pessoal com a melhoria da qualidade de vida dessas famílias. Neste dia se celebra a felicidade em ter orgulho de ter alguém com autismo próximo que é amado e recebe todo o apoio.


LEMBRE-SE: 02 DE ABRIL DIA INTERNACIONAL DA CONSCIENTIZAÇÃO DO AUTISMO

CAROL CURTINDO SUA NOVA AQUISIÇÃO COM UMA CORRIDINHA MATINAL!!!!!!!!




Dia Mundial do Autismo, é comemorado dia 2 de Abril.

Dia Mundial da Conscientização do Autismo, ou simplesmente Dia Mundial do Autismo, é comemorado dia 2 de Abril.
A data serve para ajudar a conscientizar a população mundial sobre o Autismo, um transtorno no desenvolvimento do cérebro que afeta cerca de 70 milhões de pessoas em todo o mundo.

Origem do Dia Mundial do Autismo

O Dia Mundial de Conscientização do Autismo foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 18 de Dezembro de 2007, com o intuito de alertar as sociedades e governantes sobre esta doença, ajudando a derrubar preconceitos e esclarecer a todos.

Dia do Autismo no Brasil

No Brasil, o Dia Mundial do Autismo é celebrado com palestras e eventos públicos que acontecem por várias cidades brasileiras. O objetivo é o mesmo em todo o lugar, ajudar a conscientizar e informar as pessoas sobre o que é o Autismo e como lidar com a doença.
Nesta data, vários pontos turísticos do país são iluminados de azul, cor que simboliza o Autismo.

O que é o Autismo?

O Autismo pertence a um grupo de doenças do desenvolvimento cerebral, conhecido por "Transtornos de Espectro Autista" - TEA.
Os sintomas do autismo são: fobias, agressividade, dificuldades de aprendizagem, dificuldades de relacionamento, por exemplo. No entanto, vale ressaltar que o autismo é único para cada pessoa. Existem vários níveis diferentes de autismo, até mesmo pessoas que apresentam o transtorno, mas sem nenhum tipo de atraso mental.